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1 a cada 2 homens acima dos 50 anos possui algum grau de disfunção erétil (Sociedade Brasileira de Urologia, 2020)

Estudos mostram que por volta de 1 a cada 2 homens acima dos 50 anos de idade possui algum grau de disfunção erétil.

Podemos dividir as causas da disfunção erétil em dois grandes grupos:  causas psicológicas e causas orgânicas (Doenças Cardiovasculares, Sedentarismo, Obesidade, Tabagismo, Hipercolesterolemia, Síndrome Metabólica).

A disfunção erétil é a incapacidade persistente de homens obterem e manterem uma ereção suficiente para permitir um desempenho sexual satisfatório, o que pode impactar em Depressão, Baixa auto-estima e Infertilidade.

Apesar de ser uma doença benigna, ela afeta a saúde física e psicossocial e tem um impacto significativo sobre a qualidade de vida dos pacientes, relacionamento amoroso e familiar.

Os tabus e restrições culturais, a complexidade da questão da sexualidade e a aceitação da disfunção erétil como uma consequência natural do envelhecimento podem ser apontadas como as prováveis causas do baixo índice de procura de auxílio médico. Esse índice vem aumentando nos últimos anos, mas ainda poderia ser maior.

Causas Disfunção Erétil:

Podemos dividir as causas da disfunção erétil em dois grandes grupos: causas psicológicas e causas orgânicas (Doenças Cardiovasculares, Sedentarismo, Obesidade, Tabagismo, Hipercolesterolemia, Síndrome Metabólica).

Principais formas de Diagnóstico de Disfunção Erétil:

– Avaliação hormonal

– Avaliação laboratorial

– Avaliação psicossocial

– Ultrassonografia com doppler de pênis (exame realizado na Clínica URO)

Tratamento de Disfunção Erétil:

Mudança de estilo de vida: o tratamento para a disfunção erétil começa com os cuidados com o coração e saúde vascular. É importante destacar e apontar os ‘fatores de risco’ que podem ser alterados ou melhorados.
Melhorar os seus hábitos alimentares (como comer mais alimentos com base em verduras e limitar os alimentos com elevado teor de gordura ou processados)
Manter um peso saudável
Parar de fumar
Exercitar-se mais
Limitar as drogas e o álcool
Dormir mais (idealmente entre 7 a 8 horas por noite)

Medicamentos Orais: Os medicamentos orais conhecidos como inibidores da fosfodiesterase tipo 5, aumentam o fluxo sanguíneo do pênis. Esses são medicamentos administrados oralmente em forma de comprimidos. Para obter os melhores resultados, os homens devem tomar essas pílulas por volta de uma ou duas horas antes do ato sexual.

Terapia a Vácuo: um dispositivo de ereção a vácuo é um tubo de plástico que desliza sobre o pênis, criando um isolamento com a pele do corpo. Uma bomba na outra extremidade do tubo faz uma pequena pressão a vácuo ao redor do pênis. A pressão da bomba resulta em uma ereção. Passa- se então um anel de elástico para a base do pênis para segurar o sangue. Assim, é possível criar uma ereção por até 30 minutos.

Injeção-intracavernosa: caso os medicamentos orais não funcionem, um medicamento com função de provocar a ereção pode ser administrado através de uma injeção direta no tecido erétil, cerca de 15 minutos antes do ato sexual.

Implantes Penianos: as próteses penianas são estruturas tubulares colocadas cirurgicamente dentro de cada corpo cavernoso do pênis, ocupando o lugar do tecido erétil. Elas produzem uma rigidez no pênis que permite uma penetração e um ato sexual satisfatório. É uma boa opção para muitos homens com disfunção erétil que não obtiveram sucesso com as terapias anteriores e que buscam uma solução definitiva para retomarem a vida sexual.

 

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